Destaques

Depois de temporada em São Paulo chega ao Rio em janeiro RealPolitik no Teatro Poeira
Depois de temporada em São Paulo chega ao Rio em janeiro RealPolitik no Teatro Poeira
Encerra temporada neste domingo o solo Aqueles que deixam Omelas
Encerra temporada neste domingo o solo Aqueles que deixam Omelas
A peça Isabel das Santas Virgens e sua Carta à Rainha Louca estreia no Sesc Pinheiros em agosto
A peça Isabel das Santas Virgens e sua Carta à Rainha Louca estreia no Sesc Pinheiros em agosto
Estreia série Sob controlo as proezas de uma ministra dos Negócios Estrangeiros em crise
Estreia série Sob controlo as proezas de uma ministra dos Negócios Estrangeiros em crise

Teatro

Grace Gianoukas estreia Dora comédia inédita de Thereza Falcão no Teatro dos Quatro
Grace Gianoukas estreia Dora comédia inédita de Thereza Falcão no Teatro dos Quatro

Uma das grandes referências da comédia brasileira, Grace Gianoukas protagoniza Dora, novo espetáculo escrito por Thereza Falcão e dirigido por Gilberto Gawronski. A montagem inédita estreia no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, em curta temporada, de 7 a 30 de agosto, com apresentações às sextas e aos sábados, às 18h, e aos domingos, às 17h. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro e pelo site da Eventim.

Apresentada pelo Ministério da Cultura e BB Seguros, com realização da Inova Brand, Dora é uma comédia sensível e bem-humorada sobre uma mulher espirituosa, cheia de certezas e com uma maneira muito particular de enxergar o mundo. Entre lembranças, relações familiares e situações inesperadas, ela percebe que a vida ainda pode guardar grandes surpresas.

Na peça, Grace encarna uma mulher que acreditava que sua história já estava escrita. Mas a vida provou que ainda faltavam alguns capítulos. Dora passou décadas cuidando dos outros. Dedicou-se à família, preservou suas histórias, assumiu responsabilidades e adiou desejos que pareciam poder esperar. Acreditava conhecer perfeitamente a mulher que havia se tornado e as razões que determinaram cada uma de suas escolhas. Até que as certezas que sustentavam sua existência começam a perder o lugar. É desse ponto de partida que a comédia se desdobra, transitando com naturalidade entre o riso e a emoção para falar sobre aquilo que todos carregamos: as escolhas que fazemos, as versões que construímos sobre nós mesmos e a possibilidade de transformar o próprio destino.

Em cena, Dora se vê diante de perguntas que evitou durante toda a vida. Ao revisitar relações familiares, amores interrompidos, promessas não cumpridas e sonhos adiados, ela percebe que o passado não é uma narrativa imutável. Cada lembrança pode esconder um novo significado, e cada verdade pode alterar profundamente a maneira como nos enxergamos.

O espetáculo toca, com delicadeza e irreverência, em temas como luto, pertencimento, culpa, envelhecimento, solidão e desejo. Espirituosa, contraditória, impaciente, afetuosa e dona de uma percepção particular sobre o mundo, a personagem vive cercada pelas presenças de uma família que já não está fisicamente ao seu lado, mas que continua influenciando seus gestos, decisões e afetos. A sua relação com a família, com os vizinhos, com o trabalho, com a tecnologia e até com a própria ideia de felicidade cria situações absurdas e reconhecíveis, de suas manias e pequenas revoltas às suas tentativas de manter tudo sob controle enquanto a vida insiste em surpreendê-la.

Dora faz o público rir enquanto propõe questionamentos que permanecem depois que as luzes do teatro se apagam: quantas escolhas fizemos para atender aos outros? Quantos sonhos chamamos de impossíveis apenas porque tivemos medo de vivê-los? E quem seríamos se, pela primeira vez, nos permitíssemos escolher livremente? Mais do que uma história sobre aquilo que ficou para trás, Dora é uma celebração de tudo o que ainda pode começar.

Dora é uma comédia sensível e bem-humorada sobre uma mulher espirituosa, cheia de certezas e com uma maneira muito particular de enxergar o mundo. Entre lembranças, relações familiares e situações inesperadas, ela percebe que a vida ainda pode guardar grandes surpresas.

Serviço:

Espetáculo Dora

Temporada: de 07 a 30 de agosto

Sessões: sextas e sábados, às 18h, e domingos, às 17h

Local: Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: de R$ 25 a R$ 140, disponíveis na bilheteria do teatro e no site https://www.eventim.com.br/artist/teatro-dos-4/dora-4205387/

Gênero: comédia

Classificação: 14 anos

Duração: 60 minutos

Abertura: 30 minutos antes do início do espetáculo

Bilheteria: segunda a domingo, das 14h às 20h (até o início do evento); sem taxa de serviço

Capacidade: 400 lugares (sujeito a lotação)

Reservas pelo WhatsApp: (21) 97309-6234

Rede social: https://www.instagram.com/dora.acomedia/

Ficha técnica:

Autora: Thereza Falcão

Direção: Gilberto Gawronski

Cenógrafo: Nello Marrese

Figurinista: Rosina Lobosco

Iluminador: Vilmar Olos

Direção Musical e Trilha Sonora: Rodrigo Marçal

Vídeos: Rico Vilarouca

Visagismo: Vitor Martinez

Direção de Arte Gráfica: Mauricio Tavares

Designer Gráfico: Ramon Silva

Assessoria de Imprensa: Carlos Pinho

Fotos de Divulgação: João Pedro Hachiya

Produtor de Elenco: Felipe Ventura

Aderecista: André Wonder

Costureira: Railda Costa

Assistentes de Produção: Michele Spindola e Thaisa Azeredo

Assistente de Direção: Wesley May

Assistente de Cenografia: Avner

Coordenação de Produção: Filomena Mancuzo

Diretor de Produção: Sergio Lopes

Marketing, Comercial e Coordenador de Projeto: Mauricio Tavares

Agora é que são Elas, comédia de Fábio Porchat, chega ao Teatro Nova Iguaçu Petrobras
Agora é que são Elas, comédia de Fábio Porchat, chega ao Teatro Nova Iguaçu Petrobras
O solo Duvido estreia no Teatro Municipal Café Pequeno e reflete sobre o estado de insegurança
O solo Duvido estreia no Teatro Municipal Café Pequeno e reflete sobre o estado de insegurança
Renato Rocha volta ao palco do Futuros- Arte e Tecnologia, depois de 14 anos sem atuar, na performance A Cuca
Renato Rocha volta ao palco do Futuros- Arte e Tecnologia, depois de 14 anos sem atuar, na performance A Cuca

Teatro Infância

O Tablado inicia as comemorações dos seus 75 anos com nova montagem de clássico de Maria Clara Machado
O Tablado inicia as comemorações dos seus 75 anos com nova montagem de clássico de Maria Clara Machado

Fundado em 1951 por um grupo liderado pela então jovem mineira Maria Clara Machado, O Tablado faz parte da história cultural do Brasil. Para celebrar os 75 anos dessa linda trajetória, a instituição abre a programação especial revisitando um clássico infantil: A Bruxinha que Era Boa. As sessões acontecem aos sábados e domingos, às 17h, em curta temporada de 8 de agosto a 13 de setembro, no teatro O Tablado, na Lagoa.

Escrita em 1954 por Maria Clara Machado e premiada no Distrito Federal em 1955, A Bruxinha que Era Boa foi encenada pela primeira vez em O Tablado em 1958, retornando em 1999 e 2014. Tornou-se um dos grandes clássicos do teatro infantil brasileiro. Ao lado de “Pluft, o Fantasminha”, é uma das peças mais montadas por grupos profissionais e amadores em todo o país. Com direção e adaptação de Cacá Mourthé, a nova montagem conta com novidades, como nas músicas originais assinadas por Lincoln Vargas.

O espetáculo apresenta Ângela, uma bruxinha diferente que estuda na Escola de Maldades da Floresta, onde todos querem ganhar a fabulosa vassourinha a jato, prêmio de bruxa mais malvada. Ângela quer muito ganhar a vassoura a jato, pois o que mais gosta de fazer é voar pela floresta, por cima das árvores e perto das nuvens. O problema é que a bruxinha não sabe fazer maldades e ainda ajuda o menino Pedrinho, um jovem lenhador, a escapar das maldades de suas amigas, o que a faz ser presa na Torre de Piche. O novo amigo Pedrinho é o único que pode ajudá-la a escapar e ganhar a vassoura a jato.

Ao inverter a lógica tradicional das histórias de bruxas, a obra revela como a bondade pode ser vista como defeito em ambientes tóxicos, abordando temas como diferença, preconceito, bullying e a coragem de ser quem se é. Ambientado em uma floresta viva e mágica, o espetáculo trata o embate entre bem e mal sem maniqueísmo, com humor e poesia. Uma obra que atravessa gerações, ensinando que ser bom não é ser ingênuo — e que a imaginação pode ser um gesto de cuidado.

Até hoje, aquela bruxinha ainda age. Ainda sopra boas mensagens. Um teatro como feitiço do bem. São as magias de Maria Clara Machado – destaca Cacá Mourthé.

Considerado Patrimônio Cultural da cidade do Rio de Janeiro e tombada pela Prefeitura carioca, com atividades artísticas reconhecidas pelo Governo Federal, O Tablado é uma escola de teatro com cerca de 700 alunos e mais de 20 professores, atuante na formação cultural de cidadãos de todo o Brasil. Foi fundado em 1951 por Maria Clara Machado, autora de 23 peças infantis, entre elas “A bruxinha que era boa”, “A menina e o vento”, “O rapto das cebolinhas”, “O cavalinho azul” e “Pluft, O Fantasminha”, premiadas nacional e internacionalmente e traduzidas para diversos idiomas.

Em 75 anos, O Tablado se tornou referência na formação de plateias sensíveis e de profissionais de teatro – cenógrafos, figurinistas, iluminadores, atores e diretores, a exemplo de Hamilton Vaz Pereira, Wolf Maya, Cininha de Paula, Claudia Abreu, Ingrid Guimarães, Louise Cardoso, Malu Mader, Du Moscovis, Leonardo Brício, Andréa Beltrão, Fernanda Torres, Rubens Corrêa, Drica Moraes, Jaqueline Laurence, Mateus Solano e Gregório Duvivier, entre muitos outros.

Serviço:

Temporada de A Bruxinha que era boa: de 8 de agosto a 13 de setembro

Sessões: sábados e domingos, às 17h

Local: Teatro O Tablado – Avenida Lineu de Paula Machado, 795, Lagoa, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: de R$ 40 a R$ 80, vendas no site https://bileto.sympla.com.br/event/123789/d/399624

Classificação etária: livre

Site: https://www.otablado.com.br/

Rede social: https://www.instagram.com/teatrotablado

Ficha técnica

Autora: Maria Clara Machado

Direção Geral e Adaptação: Cacá Mourthé

Música Original: Lincoln Vargas 

Cenografia: Julia Marina

Figurinista: Elisa Faulhaber

Iluminação: Rodrigo Belay 

Assistente de Direção e Preparadora Corporal: Julianna Firme

Direção Musical: Lincoln Vargas 

Assistentes de direção musical: Caio Paranaguá e Ney Feijó 

Músicos: Ney Feijó e Cecília Brandão 

Desenho de Som: Leandro Lobo

Operadores de Som: Caio Paranaguá e Maria Clara Reis 

Assistentes de cenografia: Rayane Da Vinha e Gabriel Andrade

Cenotécnico: Guilherme Tommasi (GT Cenografia)

Equipe de cenotecnia: Gaúcho (João Pedro Gerônimo), 

Marcus Pugliese e Edson Patrício Leôncio

Aderecista: Alex Grilli e Eline Santos

Figurinista Assistente: Luna Jatobá

Assistente de figurino: Teo Canoro

Caracterização: Lucas Raibolt e Arthur Dias

Costureira: Riso Monteiro

Perucas: Marcia Elias (Bruxo-Chefe, Bruxa Instrutora e Bruxa Fedelha) e 

Lucas Raibolt (Bruxa Caolha, Bruxa Fredegunda, Bruxa Fedorosa e Vice-Bruxo)

Assistência de Iluminação: Jirllan Cavagna

Montagem de luz: Jirllan Cavagna, Vitor Hugo Guimarães e Vicente Velloso

Responsável técnico de iluminação e operador de luz: Vicente Velloso 

Direção de palco: Kinho Andrade

Contrarregras: Victor Hugo Ribeiro, Francisco Vasconcelos e Nabuco

Assessoria de Imprensa: Carlos Pinho

Social Media e Gestor de Tráfego: Hernane Cardoso

Design Gráfico: Luana Manuel 

Fotos e Produção Audiovisual: Hernane Cardoso

Controler financeiro: Janaina Santos 

Bilheteria: Elisa Nunes e Zé Helou

Administração: Janaina Santos e Luana Manuel 

Assistentes de produção: Jovi Gonçalves, Elisa Nunes e Kinho Andrade 

Direção de produção: Luana Manuel 

Realização: O Tablado

Elenco: 

Bruxinha Ângela – Luiza Kosovski

Bruxinha Caolha – Beatriz Linhales

Bruxinha Fredegunda – Helena Alpino

Bruxinha Fedorosa – Bruna Zordan 

Bruxinha Fedelha – Maria Repetto

Bruxa-Chefe – Grila Grimaldi

Bruxo Belzebu Terceiro – Samuel Valladares

Vice-Bruxo – Rodrigo Barcelos

Pedrinho – Gabriel Wotzik

Stand-in: Julianna Firme

Seres da Floresta: Antônia do Vale, Beatriz Ferreira, Dhulia Vitória, Emmanuel Roque, Gabriel Netto, Jovi Gonçalves e Maria Paiva 

Novo espetáculo do premiado projeto Grandes Músicos para Pequenos estreia no Teatro Multiplan
Novo espetáculo do premiado projeto Grandes Músicos para Pequenos estreia no Teatro Multiplan
O Aviador e o Príncipe encerra temporada neste final de semana, dias 23 e 24.8, às 16h, no Teatro dos Quatro
O Aviador e o Príncipe encerra temporada neste final de semana, dias 23 e 24.8, às 16h, no Teatro dos Quatro
E o Grande Vencedor da Noite é…o 9o Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças
E o Grande Vencedor da Noite é…o 9o Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças